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Dinheiro barato. Agora vai?

Com a recente decisão da Presidência da República de interferir na economia através da caneta, as taxas de juros de algumas operações financeiras caíram drasticamente. Para isso o governo utilizou seus bancos públicos, balizadores do sistema de crédito no país, para promover um verdadeiro vendaval nas taxas vergonhosas que algumas operações financeiras praticavam. Porém, nem todas as modalidades de crédito foram contempladas. Além disso, boa parte desse corte se deu indiretamente, mediante a nomenclatura de “redução do patamar mínimo de juros”. Isso significa que os bancos continuarão a decidir de forma nebulosa para o cliente o deferimento – ou não – de sua pretensão. Portanto, cautela nessa hora. E muito cuidado com as inevitáveis ofertas de “compra de débitos contratadas com outras instituições financeiras”.

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José Mario

Sobre José Mario

José Mario é pós-graduado em Administração e empresário. Foi bancário, árbitro de Tribunal de Mediação e Arbitragem e dirigente de classe empresarial. Especialista em microfinanças, é Orientador em Finanças Pessoais desde 2001, dedicando-se à educação financeira e interessado em tudo o que se relaciona com o assunto. É o editor da Clínica de Finanças, website voltado ao ensino e análise das finanças pessoais.

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